Esteve patente

«Agricultura Lusitana» 23/03/2018 – 27/01/2019

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A exposição Agricultura Lusitana transporta-nos para o território das Aldeias do Xisto, apontando caminhos para o desenvolvimento rural a partir das relações Craft+Design+Identidade e do seu olhar sobre as culturas e as produções artesanais locais das suas aldeias.

Fruto do trabalho de designers, artesãos e escolas superior de design de todo o País, as instalações e os novos objetos desenvolvidos no âmbito deste projeto evidenciam as distintas inspirações e interpretações dos respetivos criadores, expressas quer na reelaboração sobre formas, matérias ou técnicas tradicionais, quer na pura convocação de símbolos da ruralidade ou da sua transformação.

Tratando-se de novos objetos que de algum modo evocam práticas antigas, estas criações interpelam-nos também sobre alguns dos desafios que se colocam às comunidades das Aldeias do Xisto, convidando-nos a pensar, muito em particular, sobre as condições e as efetivas capacidades de adaptação das produções artesanais endógenas às atuais exigências dos mercados.

Sendo apresentada no Museu de Arte Popular no âmbito do Ano Europeu do Património Cultural, a exposição Agricultura Lusitana deve ser entendida, enfim, numa perspetiva mais ampla, como resultado de uma estratégia de valorização do património rural, no qual salvaguarda e inovação assumem idêntico protagonismo.


«Concurso Público de Arquitetura: Museu Nacional da Resistência e da Liberdade» 21/06/2018 – 16/09/2018

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A Direção Geral do Património Cultural, com a assessoria técnica da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitetos, lançou, em fevereiro de 2018, o Concurso Público de Conceção para a Elaboração do Projeto do Museu Nacional da Resistência e da Liberdade a instalar na Fortaleza de Peniche.

Desde 27 de Abril de 1974, data que marcou a libertação dos prisioneiros políticos que ali se encontravam, a Fortaleza de Peniche simboliza a luta pela democracia e pela liberdade – razão pela qual se tornou fundamental a sua conservação patrimonial e a preservação da sua carga simbólica.

Ao júri do Concurso, composto pelos arquitetos Alexandre Alves Costa, que presidiu, João Herdade, João Mendes Ribeiro, Sofia Aleixo e pelo designer e ilustrador Henrique Cayatte, coube analisar as 22 propostas a concurso.

Patente ao público entre 21 de junho e 16 de setembro, em regime de entrada gratuita, a exposição permitirá ao público conhecer a diversidade das propostas apresentadas no âmbito daquele Concurso Público para o futuro da Fortaleza de Peniche.


«Escher» 24/11/2017 – 16/09/2018

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Entre 24 de novembro de 2017 e 16 de setembro de 2018 o Museu de Arte Popular acolhe a primeira grande exposição dedicada a M. C. Escher realizada em Portugal.

Reunindo 200 obras deste artista gráfico de renome mundial, a exposição oferece igualmente ao público a possibilidade de enriquecer sensorialmente o seu contacto direto com a obra de Escher através de um grande conjunto de equipamentos didáticos, experiências científicas e muitas outras surpresas.

Organizada pela Arthemisia, e com curadoria de Mark Valdhuisen, Diretor-Geral da M. C. Escher Company, e Federico Giudiceandrea, especialista na obra de Escher, a exposição dá conhecer os vários períodos que caracterizam a produção do artista, marcada por verdadeiras obras-primas como “Mão com Esfera mão com esfera reflexiva”, “Relatividade” (ou Casa das Escalas) e “Belvedere”.

A apresentação da exposição no Museu de Arte Popular resulta de colaboração estabelecida com a Arthemisia, empresa que desenvolve a sua atividade de organização e apresentação de exposições de arte a nível internacional.

No âmbito da exposição, a Arthemisia assegura igualmente a realização de um variado conjunto de atividades especialmente concebidas para adultos e os diversos públicos infantis e juvenis, designadamente visitas guiadas e laboratórios.

Maurits Cornelis Escher, um dos artistas do século XX de maior renome a nível mundial, produziu ao longo da sua vida (1898-1972) uma vasta obra gráfica, constituída por mais de  448 litografias e xilogravuras, 2000 desenhos e esboços, ilustrações para livros, desenhos para tapeçarias, murais, selos postais e ilustrações para livros. Particularmente famoso pelos seus paradoxos gráficos, ou “construções impossíveis”, Escher nasceu em Leeuwarden, Holanda, tendo frequentado a Faculdade de Arquitetura e Artes Decorativas de Haarlem.

Para informações sobre a vida e obra de M. C. Escher consulte o sítio da Fundação de M.C. Escher: http://www.mcescher.com/ .


«Da Fotografia ao Azulejo» 15/12/2016 – 01/10/2017

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Download Roteiro da exposição| Exhibition guide

 


 

Esta é uma exposição que convida à descoberta de Portugal e dos modos de representação da sua história e especificidades culturais, de caráter local ou regional, tomando como ponto de partida o azulejo e a imagem fotográfica que nele se reproduz ou, em muitos casos, se reinventa.

Este novo olhar sobre uma expressão artística emblemática da paisagem cultural nacional, o azulejo, e as imagens que lhes estiveram na origem constitui o culminar da pesquisa de José Luis Mingote Calderón (Museo Nacional de Antropología – Madrid), que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal.

Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, a exposição itinerou em Espanha, primeiro no Museo Etnográfico Provincial de León e mais recentemente no Museo Nacional de Antropología, sendo agora apresentada no Museu de Arte Popular, complementada com uma seleção de peças das coleções constituídas pela equipa fundadora do Museu Nacional de Etnologia.

É com esta exposição, enfim, que se assinala a reabertura ao público e o início de um novo ciclo do Museu de Arte Popular, vinculado à missão e ao programa do Museu Nacional de Etnologia, no contexto de um projeto equacionado por diversas vezes nas últimas quatro décadas mas que apenas agora se concretiza plenamente.

 


 

This exhibition invites the discovery of Portugal and the ways of visual representation of its history and its cultural specificities, either local or regional, taking tile as the starting point, as well as the photography it reproduces or, in many cases, reinvents.

This new look on tile, an emblematic artistic expression of the portuguese cultural landscape,  and the images that were in its origin is the end point of the research led by José Mingote Calderón (Museo Nacional de Antropología – Madrid), who, across several years, developed his field research in Portugal.

Organised by and initially presented at the Museu Nacional de Soares dos Reis, the exhibition toured in Spain, first at the Museo Etnográfico Provincial de León and more recently at the Museo Nacional de Antropología, and is now presented in the Museu de Arte Popular, complemented by a selection of objects from the collections assembled by the founding team of the Museu Nacional de Etnologia.

It is this exhibition that marks the reopening to public and the start of a new cycle of the Museu de Arte Popular (Folk Art Museum), now closely linked with the mission and program of the Museu Nacional de Etnologia (National Museum of Ethnology), in the context of a project considered several times in the last four decades, but that only now comes through fully.

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